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  • Amizade Feminina

    Amizade Feminina

    Estamos em tempos de desconstrução do amor romântico, que diga-se de passagem fez um estrago enorme no imaginário de meninas e mulheres.
    Porque veja só…
    A ideia era de um amor perfeito, amor perfeito só a florzinha, ok?
    Um amor que completava nossos vazios de maneira mágica e chegava pronto, sem ter que ser construído na dureza do dia a dia do cotidiano massacrador.
    O príncipe, a alma gêmea, a ser esperada, a ser encontrada, deixou muitas mulheres em sofrimento emocional extremo, terceirizando sua felicidade para quando encontra-se o homem ideal.
    Esse imaginário levou meninas a introjetar a mensagem que estar, buscar um relacionamento é o que nos define, o centro da vida de uma mulher.
    Só estaríamos completas quando estivéssemos em uma relação romântica, caso contrário haveria sempre uma falta, uma falha.
    Solteironas, mal-amadas, más, loucas, deprimidas, bruxas e por aí seguia (ou ainda segue?) as definições de mulheres que não estavam / ou não estão em uma relação romântica.
    Ah ainda tinha aquela máxima: Ruim com ele, pior sem ele.
    Ou: Uma mulher só está completa com um homem ao seu lado.
    Aff!
    Esse imaginário colocou as mulheres em um lugar de vulnerabilidade, manipulação, abuso e sofrimento.
    Fazendo com que muitas mulheres se submetam em relacionamentos desgastantes por medo de perder essa identidade social.
    Essa forma de se relacionar romanticamente foi inventada, foi uma construção social que interessava a quem? Aos homens.
    Ao poder dos homens sobre as mulheres – Crenças Machistas.

    Essa crença ainda atravessa mulheres de todas as idades. Em maior ou menor força a cultura ainda provoca um barulho de incompletude para as mulheres que não estão em um relacionamento, como algo de muita importância a ser conquistado na vida.
    Inverta o sexo!
    Interessante que para os homens os caminhos de sucesso e realização são muitos e vão além de ter um relacionamento romântico.

    Estamos em um momento de independência feminina.
    Filhas da revolução feminista, as mulheres atuais questionam o Machismo.
    E estão se despedindo do modelo romântico tradicional de relacionamento e buscando serem felizes independente de ter uma relação ou não. Estar plena e feliz pode ser por vários caminhos.
    Mulheres estão ampliando seus horizontes e conseguem ver que um relacionamento não sustenta todas as suas necessidades e demandas.
    E isso é muito bom também para o relacionamento não ser sufocado por expectativas e frustrações.

    E qual o papel das amigas na vida de uma mulher?

    A amizade entre mulheres é algo mais do que mera troca social.
    É fundamental para nossa existência.
    Quem nos empodera, nos salvam de relacionamentos abusivos, ajudam nas doenças, acolhem nossas tristezas, apoiam nossos sonhos, conseguem ter conversas de qualidade insanamente profundas e da mesma forma conversas superficiais e supérfluas sobre tudo? Quem vai rir dos nossos absurdos e dá a real quando estamos nos passando? Elas as nossas boas amigas.
    Claro que existem as mulheres que reproduzem o machismo e não sabem o que é sororidade.
    Não é dessas que estou falando.
    Falo das mulheres sábias.

    Mulheres precisam de mulheres, de amigas, de rede de troca feminina, de ritual, da magia que acontece quando se reúnem.

    A amizade feminina precisa estar no centro da vida de uma mulher e se tornar o modelo de apoio principal.
    Pensem só,
    Mulheres plenas com seu grupo de amigas independente de estar em um relacionamento ou não.
    Vão estar se for uma boa escolha.
    E quando a relação não estiver mais sendo satisfatória, vai poder contar com suas amigas para processar o término.
    Porque as relações não são para sempre como dita o Amor Romântico.
    Isso seria revolucionário.
    Levantaria muita resistência porque abalaria o patriarcado.
    Então vamos em frente?

    Construa seu grupo de amigas e invista tempo e cuidado na construção dos vínculos.
    Vá tentando até sentir a harmonia das trocas.
    Distribua sua energia entre buscar um amor, ou mantê-lo, e investir em suas melhores amigas.
    Amizades tem menos cobranças, mas exige dedicação e tempo sim. Da mesma forma que ganhamos na reciprocidade.

    Não se iluda.
    No final dos B.O. quem vem para nos salvar não é o príncipe encantado.
    São nossas amigas.

    Eu tenho as minhas.
    Você tem as suas?

    Telma Lenzi

    Outubro /2024

  • Sexo Dialógico – Artigo Científico

    Sexo Dialógico – Artigo Científico

     

    Autores: Telma Lenzi  e Bruno Lenzi

    Resumo

    Frequentemente, em nossas práticas clínicas, nos deparamos com clientes que buscam a terapia com temas relacionados às práticas sexuais, à sexualidade e/ou ao gênero. Desenvolvemos com estes clientes um diálogo sobre os significados que acompanham estes dilemas, explorando e enriquecendo conhecimentos, favorecendo a transformação das formas como nos relacionamos com o fenômeno e a coerência da problematização. Neste artigo, gostaríamos de convidar ao diálogo algumas vozes que participam da significação do encontro sexual, desde tradições antigas e rígidas, a inteligibilidades liberais, de entendimentos culturais, a experiências situadas. Então, propomos uma nova forma de entendimento do encontro sexual, que nomeamos sexo dialógico por suas características intrinsecamente associadas ao diálogo e às transformações que ele gera.

    Palavras-chave: prática sexual, sexualidade, construcionismo social, terapia de casal, terapia dialógica colaborativa

    Link do endereço eletrônico:

    https://revistanps.com.br/nps/article/download/389/313

  • Personagens Internos – Artigo Científico

    Personagens Internos – Artigo Científico

     

    Autora: Telma Lenzi

    Resumo

    A partir do referencial do Construcionismo Social e das práticas colaborativas e narrativas,este artigo convida a percorrer um caminho teórico que fundamenta e apresenta minha prática terapêutica quando meu olhar enfoca um self dialógico.
    Essa mudança paradigmática nos leva a conhecer um self narrativo, resultante dos intercâmbios sociais, possuidor de múltiplas vozes, múltiplas identidades, denominadas por mim como personagens internos. Esse self narrativo se manifesta e existe como tal somente em nossas práticas discursivas, onde o entrelaçamento de nossas conversas internas e externas desenvolve diferentes maneiras de nos relacionar uns com os outros, reais ou imaginárias, em nossas formas de viver.

     

    Palavras-chave: construcionismo social, self narrativo, linguagem, personagens internos

     

    Link do endereço eletrônico do Artigo Científico:

    https://www.revistanps.com.br/nps/article/download/34/10

  • Como respondo os comentários Misóginos

    Como respondo os comentários Misóginos

     

    Reflexão no meu aniversário de  65 Anos

    Me divirto quando ainda recebo comentários misóginos, sejam de pessoas queridas, de desconhecidos ou do meu próprio self sobre minhas escolhas de viver.
    Confirma que estou desafiando normas sociais arcaicas.

    Comecei a escrever aqui e veio assim, no diálogo interno: Não precisa expor a idade, sussurrou meu Personagem Interno Voz da Cultura.
    Oh!
    Começou mal e me inspirou.

    Odeio um NÃO que limita a liberdade de ser a Mulher que escolho ser.
    Adoro um NÃO como força motivadora para transgredir padrões culturais aprisionantes.

    Pessoas próximas gentilmente ainda me perguntam se não penso em voltar a pintar meu cabelo e mais atualmente, desliza no meu cabelo a tal da frase: “Não achas que está muito comprido pra tua idade”?

    Parece tão óbvio que mulheres tem o direito de ser o que elas quiserem ser em qualquer idade, mas esse não é o padrão normativo da cultura.

    A misoginia, o machismo, sexismo aparece de várias formas, sutis e repressoras.
    Na descriminação, desrespeito, na objetificação, no desmerecimento, colocando as mulheres em situações de insegurança, humilhação, inferioridade.

    O homem não precisa se manter próximo do padrão de beleza alto, magro, branco, de aparência juvenil e com os cabelos grisalhos escondidos.

    Os padrões de beleza são socialmente construídos e imperam nos corpos femininos.
    No exemplo dos cabelos, para a mulher, o cabelo natural grisalho, longo é frequentemente associado ao significado de velhice assexuada, aspecto desinteressante, decadência.
    Para os homens o embranquecimento dos cabelos é charme.

    Oi?
    A quem interessa essa construção?

    O que dizemos a nós mesmas que reproduz e perpetua a objetificação dos corpos das mulheres?

    A luta tão ridícula, mas necessária é pelo nosso direito aos nossos corpos.
    Direitos mínimos como engordar, emagrecer, ter rugas, grisalhar, envelhecer e continuar sendo feliz com auto estima, não estão garantidos.

    A luta é contínua e a mudança começa em nós.
    Nós somos a força que revoluciona os costumes.

    Mulheres precisam de mulheres.

    E eu sou apenas uma mulher de 65 anos sendo feliz!

    Qual o problema e risco disso?

    Escrita em 14/07/2024

     

    Telma Lenzi

     

    julho / 2024

  • Jogos Terapeuticos – Terceira Crônica mais visualizada

    Jogos Terapeuticos – Terceira Crônica mais visualizada

     

    E a terceira crônica mais lida deste Site fala do recurso dos jogos eletrônico para auxiliar no tratamento de doenças físicas e emocionais.

    Traz esperança para trabalhar questões de saúde através do lúdico.

    Vale a leitura.

    Compartilhe com quem voce considera importante ler sobre esse tema.

     

    Telma Lenzi

    Julho/2024

  • Perdas Necessárias

    Perdas Necessárias

     

     

    Segunda crônica mais visualizada do Site.

    Foram 20.426 pessoas refletindo.

    Muito obrigada!

    Essa reflexão tão importante do livro Perdas Necessárias da Judit Viorst, nos relembra que crescer, amadurecer, envolve perdas. E que crescer nao significa abrir mão de tudo que foi bom e belo na infância.

    E como adultos precisamos integrar todas essas experiencia e seguir adiante.

    Vale a pena ler ou reler.

     

    Telma Lenzi julho /2024

  • Post mais lido do Site

    Post mais lido do Site

    A Ostra  e a Pérola é a minha crônica mais visualizada com 34.377 pessoas refletindo sobre esse tema.

    Você já leu?

    Agradeço a tantas pessoas que visualizaram essa reflexão.

    E espero muito que suas cicatrizações tenham gerados lindas pérolas.

    Telma Lenzi / Julho 2024

  • De volta pra onde?

    De volta pra onde?

    Hoje, 27/7/2024, estou voltando a postar e cuidar do meu site.

    Foram quase 4 anos onde a vida aconteceu longe daqui.

    A Pandemia acabou a algum tempo e a vida voltou ao “normal” ou a um novo normal.

    Quem somos?

    O que vivemos e aprendemos dessa experiência devastadora?

    Nós, humanos, somos seres sociais e precisamos das trocas e durante um tempo ela foi impedida na vida de muita gente.

    Tudo mudou.

    Todos mudamos.

     

    Mesmo para quem tenta desesperadamente voltar ao que era antes de março de 2020 e negar as mudanças. Impossível não ver.

    Mudaram as formas de trabalho, de se comunicar, de se relacionar.

    Mudaram conceitos e verdades.

    Mudou a lista pessoal do que é essencial, do que é prioridade.

    Mudou hábitos e rotinas.

    Afetou nossa saúde física e mental.

    A dependência de tecnologia ficou gigante.

     

    Eu comprei um sítio em Ratones e mudei de super urbana para totalmente rural. Pela primeira vez tenho um cachorro.

     

    Hoje quando estava saindo do bairro pela estradinha de acesso, aguardava a velocidade de 2 homens que andavam a cavalo a minha frente. Sorri e pensei como amo essa minha nova vida.

    Eu aguardo pavão atravessar a rua, já socorri sagui atropelado, respeito os caramelos donos da rua e conheço o canto do Tucano quando vem a tarde comer coquinhos.

     

    Penso que a Pandemia foi para mim um presente. Sou grata e privilegiada, sei.

     

    Outras vezes penso que foi bom porque eu aceitei o convite da mudança que a Pandemia colocou para mim.

    Não briguei, não reclamei do tanto que trabalhei e me dediquei até chegar esse momento de finalizações de obra, afastamento de funções, recuperação do processo de luto da minha mãe.

     

    Estou de volta.

     

    Mas de volta para qual lugar, se sou tão diferente da minha outra versão pré-pandemia?

    Então melhor dizer: ESTOU AQUI NOVAMENTE.

     

    Quero sentir esse momento que desejo me expressar e compartilhar com as pessoas meus pensamentos e reflexões.

    O que vira depois, aprendi a esperar o caminho ir surgindo ao caminhar.

     

    Telma Lenzi / julho 2024

     

     

     

  • Site Repaginado

    Site Repaginado

    Olha que boa notícia.

    Dei uma repaginada no meu Site e estou retomando as publicações por aqui.

    Faz 21 anos que este site existe.

    Desde 2003 eu tenho esse espaço pra publicar artigos, crônicas, poesias, reflexões cotidianas.

    Um pouco de mim e do que penso. Aqui posso usar uma linguagem coloquial e acessível para me comunicar com as pessoas.

    Propor uma reflexão, ter uma palavra que gere uma motivação, ou uma nova ação é o que desejo.

    Meu propósito, missão de vida, é levar o bem estar para o maior número de pessoas e das mais variadas formas.

    Aqui, pelo site, é um dos caminhos que faço para deixar o meu legado.

    Visitem e fiquem a vontade!

    Me sigam no Instagram e compartilhe com quem pode se beneficiar com essas reflexões.

    Obrigada!

    Telma Lenzi julho/2024

     

  • RESILIÊNCIA

    RESILIÊNCIA

     

    Onde você estava em fevereiro de 2020?

    Quais eram os seus planos?

    Quais recursos pessoais você usou que foram importantes para administrar esses tempos de Pandemia?

    Estes tais recursos chamo de Resiliência.

     

    Vamos conversar um pouco sobre ela, a nossa Resiliência.

    Resiliência significa superar problemas, pressão, obstáculos, traumas, tragédias e outras fontes de stress e, se posicionar frente a ela de tal forma que seja possível sobreviver emocionalmente sem deixar o stress ocasionar a perda do controle.

    É a nossa capacidade de se adaptar ao que se apresentam na vida.

    Se posicionar de tal forma que seja possível seguir adiante.

    É mudar a narrativa frente ao fato ocorrido.

    Mas precisamos lembrar que a pessoa, por mais resiliente que seja, não está imune a dor emocional e a tristeza que os problemas mobilizam.

    A forma de encarar os sentimentos, pelo autoconhecimento, é que gera mudança.

     

    Mas como ser Resiliente?

     

    O caminho, o itinerário, é singular.

    Uns já tem formas vividas de seguir em frente.

    Alguns outros estão aprendendo agora.

    Resiliência são todas as nossas experiências vividas e nossas possibilidades.

    Resiliência são nossos recursos internos.

    Recursos internos são nossas vozes internas, aquelas com as quais estamos sempre refletindo e escolhendo como vamos viver nossas vidas.

     

    Você se conhece?

     

    Sabia que o seu Self é habitado por várias vozes, os seus Personagens Internos?

    Nossos diálogos internos são os responsáveis pelo que sentimos e agimos.

    Se nossos pensamentos, vozes são apreciativos, gentis, teremos bem-estar.

    Da mesma forma se nossos pensamentos, vozes internas, Personagens nos cobram, intimidam ou nos depreciam com culpa, medo, teremos pouca capacidade de resolutividade.

    Algumas perguntas pra você refletir:

     

    •  Com quem você conta, internamente para tomar suas decisões?
    • Quais vozes internas você tem como recursos em momentos de crise?
    • Quem você pode convidar para aliviar momentos de monólogos internos e tensão interna?
    • O quanto você está familiarizado com seus diálogos internos a ponto de garantir colaboração entre suas várias vozes.
    • Quando as vozes internas ficam saturadas, o recurso está em ampliar nas trocas externas. Quem são as pessoas que você considera como sua rede de apoio?
    •  

    PARA UM CAMINHO COM MAIS RESILIÊNCIA

     

    1. Adapte-se

     

    Em vez de ficar criticando a situação, se lamentando, coloque a mente na nova realidade o mais rápido que for possível e ACEITE.

    Perceba que você deve construir o novo futuro considerando as coisas como são agora e não como eram antes.

     

    2. Flexibilize

     

    Nem tudo tem que ser preto no branco e exatamente como você imaginou.

    Às vezes os ventos sopram para fora do curso e é a sua capacidade de resiliência que vai fazer você puxar a vela para colocá-lo de novo na direção

     

    3. Respire e mantenha a serenidade

     

    É importante todo o empenho para manter a clareza em momentos de estresse e pressão.

    Perder o controle só piora a situação

     

    4. Mantenha a visão apreciativa

     

    A vida é feita de ciclos.

    Aquele momento de stress não veio para ficar.

    Amanhã ou depois você estará bem.

    O bom momento passa e vem dificuldades, aprendizagens.

    As dificuldades passam e vem tempos bons e assim por diante.

     

    5. O erro

     

    Qual a sua margem de erro?

    Todos erramos.

    Mas o erro precisa ficar no passado e não inundar o seu presente de culpa.

    A forma de encara-lo é que muda tudo.

    Erro é aprendizagem e fortalecimento. O que aconteceu não pode ser mudado.

    Quando algo acontece fora dos planos foque em quais lições podem ser apreendidas para que da próxima vez saiba como agir.

     

    6. Coordene seus diálogos internos

     

    (Autoconhecimento)

    Evite monólogos internos depreciativos pouco encorajadores.

    Evite deixar que as suas vozes internas transformem o problema em algo maior do que ele realmente é.

    Não permita que fracassos e dificuldades gerem pensamentos desqualificadores que afetam sua organização e autoestima e produtividade.

     

    7. Foco

     

    Lembre dos motivos pelo qual você está lutando.

    Eles servem de motivação para

    vencer seus obstáculos.

     

    8. A Natureza como Mestre

     

    Olhe, faça pausas e se inspire nos ensinamentos da natureza.

    Os ciclos, as estações, os processos naturais, o desabrochar de uma flor ou a vinda de um fruto no seu tempo.

    O ano de 2020 foi um ano difícil, mas você está aqui, lendo essa crônica, você conseguiu.

    Então tire um minuto pra você e faça acordos para seu próximo ano:

     

    Fazendo acordos com você:

    • Imagine seus caminhos e seu caminhar
    • Defina quais Personagens que você vai acionar para estar no protagonismo nas cenas mais difíceis.
    • Fique de olho no medo e a culpa. Eles não são os melhores para ficar no protagonismo e em monólogos.
    • Em tempos difíceis viva um dia por vez.
    • Em tempos tranquilos sonhe muito, planeje muito, crie seu caminho, seu futuro na imaginação.
    • Combine pausas e recarregue sua energia da forma que for melhor pra você.
    • Acredite e mantenha a esperança de dias melhores.
    •  

    Porque tudo isso vai passar!!

     

    Telma Lenzi

    13/11/2020