ISOLAMENTO SOCIAL II: VIVENDO A PANDEMIA

ISOLAMENTO SOCIAL II: VIVENDO A PANDEMIA

Vamos continuar todos em casa?

#ficaemcasa, se você puder.

Em tempos de Coronavírus, o que mais vemos nas redes sociais são tentativas de criar uma ordem no caos, uma lista de ações para conter a ansiedade, itens organizadores do desorganizado e desconstruído cotidiano atual. Porém, não há modelo, regras, manual de dicas básicas, orientações mínimas sobre algo assim.

Em quais experiências nos baseamos?

Nos astronautas em seus isolamentos? Ou no confinamento dos Big Brothers? Lá não tem filhos, diria uma cliente às voltas com os filhos pequenos confinados em um apartamento.

O período de quarentena pode desencadear um estado emocional ruim, além do medo de contrair a doença, e as perdas financeiras. O sofrimento emocional, esse efeito colateral da pandemia que vivemos, tem que ser considerado e receber sua atenção, nossa atenção e a atenção da saúde pública. Em cada lar um contexto, uma realidade.

Alguns estão sós, criando intimidade consigo mesmo. Algo que pode variar entre ser surpreendentemente belo ou de uma angústia infinita.

Outros estão convivendo 24 h por dia em casal ou em família, com filhos pequenos ou filhos grandes com suas autonomias restritas. Uma oportunidade de reconexão, uma experiência de amor ou estímulo para rupturas e mágoas mais profundas.

Como viveremos essa experiência?

Somos todos tão únicos e singulares vivendo algo nunca antes vivido. Necessitamos compartilhar nossas experiências tão pessoais de sucesso e insucesso uns com os outros e juntos ampliarmos ideias e solidariedade.

Precisamos ser escutados em nossas singularidades, em nossas emoções tão íntimas e guardadas. Nesses momento onde todos sofrem, muitas vezes não nos permitimos expressá-las.

Isolamento não é o forte dos seres humanos. Somos seres sociais.

Nosso nível de desenvolvimento só se deu porque sempre nos unimos em tribos para vencer os grandes desafios.

Com o isolamento social as boas conversas presenciais ficam impedidas. As conversas íntimas com familiares podem ser insuficientes para acalmar a inundação de emoções, os diálogos internos podem ficar saturadas e gerar um agravante: O ISOLAMENTO EMOCIONAL.

Precisamos proteger a nossa saúde mental.

  • Você conhece o seu Self, os seus Personagens Internos?
  • O quanto o Personagem MEDO está presente nos seus pensamentos, decisões e ações nesse momento de incertezas?
  • Você está com atenção focada nas menores mudanças do seu corpo, medo das pessoas ou de sair de casa, não conseguindo fazer suas atividades?

O medo de ficar doente é um obstáculo à própria saúde mental, sabota a nossa resiliência e criatividade, faz a gente perder a conexão com a realidade gerando confusão e mal estar físico e mental.

A preocupação excessiva nos desprotege e o medo se auto cumpre.

Você tem com quem refletir sobre esses gatilhos? A TERAPIA NA MODALIDADE ONLINE aparece como uma resposta a essa necessidade em tempo de quarentena.

Não tem a conexão do olho no olho, não tem abraço. Mas tem escuta e reflexão qualificadas. Tem o tempo precioso que terapeuta e clientes juntos dedicam a buscar novos caminhos, recursos e possibilidades para que o isolamento social não se instale em você, para que o Medo não invada e tome o protagonismo da sua vida e de seus relacionamento. Você estando emocionalmente bem, consequentemente todos as suas relações se beneficiarão.

Não abra mão de investir em sua saúde mental. Ela tem um papel fundamental na manutenção da sua saúde física.

TELMA LENZI | MARÇO 2020

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