Onde encontro a tal Felicidade?

Onde encontro a tal Felicidade?

Certa vez, saindo de uma entrevista na TV, a jornalista me pergunta:

– Você parece tão feliz. Você é feliz? Porque você é feliz?

A pergunta me pegou de surpresa. E fui respondendo espontaneamente:

– Porque eu só faço o que gosto. Porque eu amo quem sou? Ou melhor: porque eu olho o lado positivo das coisas? Porque tenho Fobia à Infelicidade?

Espera, falei: estão surgindo mais respostas:

– Porque amo quem eu me tornei na vida. Mais ainda: Amo ter voltado a ser quem eu realmente sou.

Fomos tomar um café, sorrindo e saboreando este papo inesgotavelmente reflexivo.

Onde encontro a tal felicidade?  Será que a reconheceremos se por acaso cruzarmos com ela?

Às vezes esperamos tanto por algo ou alguém que, quando encontramos, não se parece mais com aquilo que foi imaginado inicialmente. Ficou distorcido pela ansiedade da espera, pela ilusão das nossas emoções.

Onde encontrá-la se não há fórmula ou caminho? Onde ela se esconde?

Estamos correndo atrás do conceito de felicidade – armadilha da ideologia social, ou já construímos uma definição própria de ser feliz? Somos todos diferentes, então não parece possível existir uma única felicidade.

Definirmos a própria felicidade. Mas, conseguiremos saboreá-la sem culpa?  E qual o pacto que fiz comigo neste sentido? Somos merecedores?

Só serei merecedor de ser feliz na hora em que…………………………………………………………………….!

Qual o final desta frase para você?  Quando encontrarmos essa resposta, naturalmente nossos esforços se direcionarão para o sentimento de bem estar em viver e fazer.

A felicidade é vivida, sentida. Suavemente transborda, transparece para quem lhe rodeia, contagiando o ambiente onde a gente estiver.

E então poderemos dizer, ESTÁ TUDO CERTO!

 

Telma Lenzi | abril 2012

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